O bairro de Santa Teresa
Poucos lugares são capazes de fascinar como Santa Teresa. A história oficial do bairro começa no século 17 com a fundação do convento consagrado à santa que dá nome ao bairro, Santa Teresa d’Ávila. Antes disto, primeiro índios e depois escravos fugitivos viveram nas colinas ocupadas nos séculos seguintes por brasileiros e estrangeiros de várias nacionalidades que, em suas encostas, construíram casarões de variados estilos.
Por isso Santa, como é carinhosamente chamado o bairro por seus moradores, guarda segredos e surpresas em suas ladeiras e convida o pedestre mais atento a descobri-la.
Um passeio no tempo.
Nas ruas estreitas de paralelepípedos, as pessoas locais são quem melhor falam das peculiaridades e transformações por que passou o bairro – de residência de famílias ricas a lugar ligado a intelectuais, artistas, artesãos e àqueles que fizeram uma opção por um estilo de vida de cidade pequena bem no coração da metrópole.
Santa Teresa se harmoniza entre o passado do casario e do bonde e o presente com seus desafios e problemas urbanos. Mas seus moradores são responsáveis por mantê-la como um lugar quase místico, reflexo dos sonhos daqueles que escolheram viver ali.
Única na paisagem carioca, ali não há sinais de trânsito, postos de gasolina, engarrafamento. No alto do morro, onde o bairro se espreguiça, a sensação é de se ter atravessado de volta ao passado o túnel do tempo. Paradoxalmente, sua história foi sempre marcada por movimentos de vanguarda, tanto cultural quanto de comportamento.
O principal símbolo desta ponte entre passado e futuro é o bonde, meio de transporte que predominou no Rio e em outras cidades brasileiras até meados do Século XX, quando foi extinto para dar lugar a veículos a motor. Só em Santa Teresa o bonde resistiu e continuou circulando, servindo à população até hoje, quando o mundo novamente investe no transporte público sobre trilhos por não ser poluente.
Artes, agitos e acessos aos cartões postais do Rio
Muitos artistas, em várias épocas, escolheram o bairro para viver. Atualmente é possível visitar seus ateliês, assim como museus, centros culturais, frequentar os variados restaurantes, bares ou descortinar os panoramas do Rio que se avistam do alto, a cada curva dos caminhos.
Santa Teresa é vizinha da Lapa, onde acontece a melhor vida noturna da cidade, com dezenas de restaurantes e bares que oferecem música brasileira ao vivo para ouvir e dançar. Às praias de Copacabana, Ipanema e Leblon chega-se de Metrô em 15 minutos, partindo da Estação da Glória à qual se tem acesso a pé.
O principal cartão postal do Rio – o Cristo Redentor – pode ser visto de qualquer lugar de Santa Teresa: erguido sobre o pico do Corcovado, no Parque Nacional da Tijuca, fica praticamente no quintal do bairro, a 15 minutos do Largo dos Guimarães que é sua área mais central.
A Casa da Renata recebe seus hóspedes à moda de Santa, com o charme do século 19, facilidades hi-tech e a acolhida calorosa de quem gosta de fazer amigos.
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Casa da Renata Bed & Breakfast
Rua Almirante Alexandrino, 1086
Santa Teresa
Rio de Janeiro, RJ – Brasil
CEP 20241-260
tel: +55 (21) 2507 6007 / 8651 0382






